Resumão do Jazz Theory, do Mark Levine

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Ainda estou em meros 22% dessa bíblia. Em linhas gerais, é isso que ele propõe

1 – Pra improvisar, de maneira grosseira, você precisa saber quais escalas funcionam em quais acordes (daí vem aquela teoria de escala de acordes que o povo daqui tanto odeia)

2 – Mais: tem que tratar as escalas como uma paleta de notas a serem usadas. O problema é que todo improvisador iniciante só manja de tocar escala de forma ascendente e descendente, de forma bem óbvia.

3 – O mesmo vale pra parte rítmica.

4 – Resumo: conhecer os modos da escala maior e menor melódica, escala alterada (dominante), tons inteiros (acordes aumentados) e dominante diminuta (para acordes idem).

5 – A qualidade do acorde vai determinar o que pode ser usado ou não. Se for maior, as opções são A, B ou C. Se for menor, X, Y ou Z. Aumentado, tons inteiros. Diminuta, escala homônima. A excessão é o acorde dominante que, apesar de ser acorde maior, entra numa outra categoria em função do trítono a ser resolvido. As tensões variam em função das notas melódicas ou dos graus do acorde – o acorde menor pode ser dórico aqui e eólio ali, etc.

6 – Existem infinitas possibilidades de escalas, mas na prática são bem poucas que são usadas

7 – Isso acontece porque cada acorde é tratado individualmente. Numa progressão ii-V-I, teremos tres escalas, uma pra cada acorde

8 – Parece muita coisa, mas esses padrões se repetem à exaustão. Chega uma hora que é inevitavel repetir os mesmos modos sobre os mesmos acordes. Daí o jazzista usa a escala alterada sobre o acorde dominante sem pensar muito.

9 – A pedra fundamental do improviso é usar escalas corretas pra cada acorde e se aproveitar de notas comuns.

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