Nota mental

por Rafa

1 – Lembrar que dá pra improvisar sobre acordes dominantes (V7) como se fossem mini-progressões ii-V7. Assim, dá pra usar as notas de Dm7 sobre um acorde G7, por exemplo (sem esquecer do cuidado com a nota evitada, obviamente – no caso, a 7a de Dm7 que é 4a de G7, o dó). Em sequências de V7, funciona ainda melhor

2 – Lembrar que dá pra usar a terça menor quando for improvisar sobre um acorde dominante (que é obviamente maior). Num D7, dá pra usar o fá natural ao invés (ou junto) com o fá sustenido.

3 – O subV (vulgo substituto do V grau) se aplica a escalas e não somente a acordes: dá pra improvisar usando um Db7 sobre um acorde de G7, por exemplo (e vice versa)

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