Duas descobertas arqueológicas

Eis que eu chego na etapa de revirar todo material de música adquirido ao longo do tempo.

Tinha muita coisa da época que eu estava começando a aprender a tocar. Achei uma pilha grandinha de Guitar Players, coisas da época da Villa-Lobos e muito, muito material da Unirio.

Fui dar uma folheada nas coisas para ver o que valia a pena segurar e o que era pra jogar fora. Percebi algumas coisas:

1 – Estou impressionado com a quantidade de material que ignora solenenemente a curva de aprendizado e o grau de desenvolvimento do aluno. Não é à toa que a desistencia do estudo de música é tão grande.

2 – Quase sempre que algum material vai falar de arranjo e/ou composição, acaba falando sobre editoração – o que, de certa forma, faz sentido. O problema é que essa confusão entre assuntos é fortalecida, ao invés de ser desfeita. O resultado é um método que ensina ao aluno como escrever uma partitura bonitinha ao invés de escrever algo que soe bem e vice versa.